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3Rs – O que significa o “R” de Reutilizar...

Para que um processo seja considerado reciclagem, precisa ocorrer uma alteração física nos materiais, como no caso de PET se transformando em fios e tecido, ou vidro que se transforma em novos vidros. Para esse processo é necessário acrescentar mais energia, recursos e outros insumos que, somados aos já gastos para fabricação do resíduo original, podem tornar o processo caro e até economicamente inviável.

Por isso, a reutilização é um processo muito importante dentro dos 3Rs, uma vez que exige menos energia e recursos para assumir nova função. Assim, antes de considerar alguma coisa como lixo, procure avaliar se o mesmo não teria alguma utilidade para você ou pessoas próximas.

Muitos artesãos já encontraram alternativas para vários tipos de resíduos. Hoje encontramos produtos feitos a partir de sacolas plásticas, lacres de alumínio, garrafas PET, tecidos usados, vidro, tais como: tapetes, bolsas, vidros e caixas para guarda de itens, artigos de decoração, entre outros. Mas se você tiver um pouco de habilidade e paciência, pode transformar itens que seriam lixos em artigos úteis. Veja abaixo alguns sites interessantes que ensinam a reutilizar materiais:

Mas atenção: é importante que os produtos feitos com materiais reutilizados tenham uma função prática. Ou seja, que realmente possam ser usados no dia-a-dia. De nada adianta reutilizar materiais para fabricar produtos que vão apenas entulhar nossos lares. Isso faz a reutilização perder sua função, que é produzir itens úteis a partir de materiais que seriam destinados ao lixo.

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Entrevista com Alexandre Oelsner da Revira Idéias

Alexandre Oelsner é administrador pós graduado em meio ambiente pelo Coppe/UFRJ e fundador da Revira Idéias, uma loja com a proposta inovadora de oferecer artigos para decoração ecologicamente corretos. Confira a entrevista concedida por ele ao Mais Com Menos.

Mais Com Menos – Conte-nos um pouco sobre você.

Alexandre Oelsner – Sou formado em administração e trabalhava como redator publicitário em uma agencia de propaganda. Minha namorada, Sheina Tabak, é psicopedagoga e trabalha com crianças com dificuldades de aprendizagem. Ela é minha sócia na empresa e me ajuda com a seleção dos produtos.

MCM – De onde surgiu a sua preocupação com as questões ambientais?

AO – Não tenho certeza de como surgiu minha preocupação ambiental. Talvez por eu ter uma grande ligação com os animais (não como carnes há quase 10 anos), uma coisa tenha me levado a outra. E acabou que comecei a sentir falta em meu dia-a-dia de fazer algo que realmente tivesse um impacto positivo na vida de todos. Pesquisando diversos caminhos, acabei entrando na pós-graduação executiva em meio-ambiente do Coppe/UFRJ.

MCM – De onde veio a ideia de criar uma loja para comercializar produtos ecológicos?

AO – Pouco meses depois, no final do ano passado, foi quando minha namorada e eu resolvemos morar juntos. Queríamos uma decoração ecologicamente correta, e  vimos o quão difícil foi encontrar produtos que se encaixassem neste conceito. Procurávamos em diversos lugares e, no máximo, encontrávamos uma coisa ou outra no meio de milhares de outras.

Pesquisando pelo Brasil todo, descobrimos que existem sim diversos produtos eco-sustentáveis disponíveis. Só faltava alguém facilitar a vida de quem procura e de quem produz, através de um canal específico para isto.

O planejamento da loja só começou em Janeiro deste ano e o site começou a funcionar em Agosto.

MCM – Como foi o processo de escolha dos fornecedores e dos produtos?

AO – Durante o planejamento do negocio começamos a procurar por fornecedores em  todo o pais. Não conhecíamos nenhum antes. Chegamos a ir a duas feiras em SP, mas de centenas de expositores, apenas 2 ou 3 serviam… Por isso dedicamos bastante tempo nesta busca.

Quando encontrávamos algo que preenchia os critérios (produzido com material reciclado ou reaproveitado, bonito, bem acabado e desenvolvido de uma maneira onde o produtor receba um valor justo), pedíamos fotos. Não tínhamos como viajar o Brasil inteiro, então assumíamos o risco.

MCM – Quais os cuidados que vocês têm para garantir a procedência sustentável dos produtos?

AO – A procedência sustentável é garantida através do contato direto com o artesão ou designer e de pesquisas na internet.

Todos nossos produtos são de materiais reciclados, reaproveitados, biodegradáveis ou recicláveis. E nossos parceiros são designers, cooperativa de artesãos e ONGs de diversos Estados do país (RJ, SP, MG, AC, PR, SC, PI, PE, AC, ES, …). Como praticamos o comércio justo, não trabalhamos com consignação. Os produtos são encomendados e armazenados em nosso estoque. Dessa maneira o artesão recebe na hora pelo que produziu e o cliente recebe o seu pedido em poucos dias.

MCM – Na sua opinião, qual a principal contribuição da Revira Idéias para a nossa sustentabilidade pessoal e planetária?

AO – Sustentabilidade é fundamental para o funcionamento da empresa. Buscamos cumprir com requisitos importantes do campo da sustentabilidade como trabalhar com o que é ecologicamente correto, economicamente viável e socialmente justo. Isso tem sido uma constante na nossa vida tanto pessoal quanto profissional e esperamos que essa tendência de buscar uma vida mais sustentável seja objetivo de todos. A pauta da sustentabilidade, por mais que seja bastante atual, ainda não é tão levada a sério e as pessoas tem usado esse conceito de forma equivocada. Com a Revira Ideias, esperamos contribuir para que a sustentabilidade faça cada vez mais parte da vida das pessoas.

Para conhecer a loja acesse www.reviraideias.com.br

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Cabideiro com cara de gaveta

É por essas dicas que estou gostando cada vez mais da revista #minhacasa. Adoro por a mão-na-massa e fazer itens que estou precisando em casa. Minha última necessidade era colocar alguns cabideiros em locais estratégicos no quarto para evitar que roupas usadas fossem “penduradas” na cômoda ou em cima da cadeira. Para isso, usei a a dica da #minhacasa, edição de agosto/2010: cabideiro com cara de gaveta.

Revista Minha Casa Agosto 2010

Veja como fazer um cabideiro com cara de gaveta no final do post.

Só que diferentemente da revista (que sugeriu usar duas placas de tamanhos diferentes, fixando a menor na frente da maior), usei apenas uma placa de MDF de 12mm para cada cabideiro. Encontrei as placas já cortadas na medida 40 x 10 cm na Leroy Merlin – Raposo Tavares. Paguei R$ 8,00 cada como recortes de madeira na área de marcenaria.

Materiais usados para a confecção dos cabideiros

Ao invés de pintar, revesti com con-tact estampado tipo mapple para combinar com os móveis. Já os puxadores, encontrei um modelo em madeira a R$ 3,00, também na Leroy Merlin. Vejam como ficou:

Cabideiro pronto e instalado

O quarto ganhou um ar de bem organizado com a instalação dos cabideiros, você não acha?

Quarto com os cabideiros

Relação de materiais:

  • 1 placa de madeira ou MDF de 12 mm na medida 40 x 10 cm ou aproximado
  • 1 lixa para madeira
  • 2 puxadores com parafusos de 3,5 cm
  • 2 ganchinhos para pendurar e quatro pregos (já vem na embalagem)
  • con-tact da cor e modelo de preferência
  • furadeira, broca de 4mm, régua e martelo.

Custo: de R$ 20,00 a R$ 25,00

Como fazer:

  1. Remova as imperfeições da madeira com a lixa.
  2. Marque na parte de trás da madeira dois pontos para furar, que devem estar centralizados na altura e largura da madeira. Fure com a broca de 4mm e passe uma flanela para remover a poeira.
  3. Corte um pedaço do con-tact usando a madeira como molde e deixe pelo penos três centímetros de cada lado. Aplique o con-tact sobre a madeira usando uma régua. Nas bordas, picote um dos lados para facilitar a finalização.
  4. Instale os puxadores.
  5. Prenda os gachinhos com o auxílio do martelo. Como os pregos são bem pequenos, sugiro marcar o ponto primeiro com um prego maior. Com isso o prego menor fica fixo e é mais fácil pregar sem acertar o dedo (isso é conhecimento de causa!)

Pronto! Agora é só pendurar.

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Decoração Sustentável – Meu Cantinho Zen

Quem já não sentiu vontade de ter em casa um jardim semelhante aos das revistas de decoração? Confesso que tenho essa vontade a muito tempo, mas estava faltando tempo e dinheiro para colocar os projetos em andamento. Afinal, ou contratamos os serviços de um paisagista ou temos que colocar a “mão-na-massa”.

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